Será que a ETE de sua empresa está produzindo o máximo que pode? Conheça como otimizá-la!

 em Ambiental, Química

Você provavelmente já deve ter se perguntado inúmeras vezes no trabalho, ou até mesmo no cotidiano, se há alguma máquina ou utensílio ao seu redor o qual você sabe que detém um potencial para atuar de maneira imensamente mais eficiente. Certas vezes esse objeto em questão pode ser uma máquina de café e em outras pode ser uma estação de tratamento de efluentes, também conhecida como ETE. No que tange ao assunto, evidencia-se que essa unidade operacional pode ser criada do zero através de uma forma compacta, sem precisar utilizar equipamentos rebuscados. Porém, é muito importante que essa ETE seja guiada pelo caminho correto, para isso, é indispensável a otimização e verificação periódica dessas estações, visando tanto cortar custos quanto aumentar sua eficiência.

 

Mas quais são os fatores que auxiliam na otimização de uma ETE?

 

Uma estação de tratamento de esgoto consiste em uma unidade operacional essencial para múltiplas empresas. Seguindo essa linha de raciocínio, é importante chamar a atenção em como deve se ter muito cuidado ao lidar com ETE’s, tanto por conta dos licenciamentos quanto pelos riscos ao âmbito ecológico, logo, com o entendimento e experiência corretos, é possível fazer algumas alterações para a sua estação trabalhar melhor. 

 

  • Supervisão:

 

Vamos começar deixando claro que sem a revisão correta da estação de tratamento é praticamente impossível começar a aprofundar os estudos a respeito do que pode ser melhorado ou mesmo encontrar as falhas já existentes na ETE. No que tange ao tópico, salienta-se que iniciar supervisionando o desempenho do processo atual em conjunto com as atividades operacionais é uma estratégia inteligente para o indivíduo potencializar a sua estação de tratamento. Não obstante, testar, analisar e monitorar os parâmetros críticos é indispensável, porém complexo, pois necessita que você pare e reflita a respeito das informações que possui sobre a ETE.

Além disso, é importante frisar como o monitoramento ao longo de todas as ações realizadas em torno da estação de tratamento nunca deve ser descartado, dado que é possível através dessa simples revisão compreender melhor os erros e acertos que cercam desde o gestor até a equipe responsável pelo controle da unidade operacional.

  • Tratamentos adequados:

 

Entendemos satisfatoriamente até agora que otimizar uma ETE pede vigorosamente a supervisão das variáveis e parâmetros críticos da estação de efluentes atual. Entretanto, empreender esses fatores e não se preocupar com o tratamento (seja físico-químico e/ou biológico) vigente de sua unidade operacional constitui-se como um erro grave que já induziu inúmeras empresas ao fracasso, visto que é importante sempre estar atento se a sua ETE adequa-se melhor a um tipo específico de tratamento. 

Logo, por exemplo, entender que há situações nas quais o efluente necessita obrigatoriamente da aplicação de um tratamento físico-químico ao invés do biológico é simplesmente fundamental para fazer com que a sua ETE atue de maneira a não perder a eficiência.

 

Dois Homens Segurando Papel Branco

 

  • Instrução correta:

 

Seguindo essa linha de raciocínio, apesar deste ser um tópico relativamente simples e óbvio, percebe-se que é muito interessante sempre pensar duas vezes a respeito do time que está responsável pela gestão da ETE, isto é, avaliar as pessoas que estão auxiliando na administração e melhoria da estação de tratamento. É nesse momento que você precisa raciocinar não somente sobre o seu conhecimento, mas também sobre a equipe, sempre aspirando compartilhar o máximo possível de informações com os outros ao redor, visto que não adianta nada a empresa possuir uma ETE que reúne todas as tecnologias atualizadas se o time encarregado de fazer a otimização não portar o estudo e instrução corretos.

Portanto, o treinamento de uma equipe constitui-se pela divulgação de informações atualizadas a todos, tendo em vista que conseguir agir de forma perspicaz e rápida em frente a um problema na estação de tratamento pode ser crucial para a empresa inteira.

 

  • Inspecionamento da infraestrutura:

 

Perpetuar a manutenção da estação de tratamento consiste em um passo significativo na otimização de uma ETE, no que tange a essa questão, evidencia-se que a utilização de tecnologias atualizadas é importante. Entretanto, não adianta exatamente nada deter equipamentos modernizados se não houver o acompanhamento correto dessas máquinas, visto que o não alinhamento dessas ferramentas pode ocasionar em danos graves à empresa. 

Além disso, observa-se que o declínio do desempenho de uma ETE é uma consequência direta à falta de inspecionamento, logo, é muito comum o negócio estar perdendo enchentes de dinheiro apenas porque não houve (e se houve foi feita de maneira errada) o monitoramento da infraestrutura da estação de tratamento.

Lembrando que você não precisa trocar a ETE atual da empresa para fazer com que ela atue de modo mais competente, certas vezes juntar o conhecimento com as mentes corretas pode ser a melhor decisão feita para o destino do seu empreendimento. 

Gostaria de entender melhor como otimizar uma estação de tratamento? Converse conosco!

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